Acordamos cedo, antes das 7 da manhã. Saímos de casa, as ruas estavam vazias e estava muito, mas muito frio. E eu de All'star, que coisa boa! A rodoviária (estácion de autobuses) fica a cerca de meia hora, caminhando, de nosso apto. Mas como já eram 7 e meia, resolvemos não arriscar e pegar um ônibus. Depois de quase congelar na parada por uns 15 minutos (Ah, acho que não comentei ainda, mas nas paradas de ônibus tem um placar eletrônico que informa o tempo exato que o ônibus vai demorar para chegar), entramos no ônibus quentinho e chegamos na rodoviária. A viajem até Salamanca foi tranquila e uma hora e meia depois, estávamos lá!
Salamanca é uma cidade famosa aqui, conhecida por suas construções antigas, igrejas, conventos, a universidade de Salamanca e outras. As edificações são realmente bonitas e impressionam por sua grandiosidade e riqueza em detalhes.
A Catedral Nueva, uma catedral enorme (por enquanto é a maior que meus olhos enxergaram), chama muita atenção por seus detalhes e, claro, pelo seu tamanho. No interior dela há também muita arte e ela é dividida em várias capelas, cada uma em homenagem a algum santo. Fiquei maravilhosa com a altura. A catedral começou a ser construída em 1513 e foi concluída em 1733.
Conheci outras construções, como a Casa de las Conchas, que atualmente é uma biblioteca. Lá estava acontecendo uma exposição muito marcante de Faces de Mujeres de todo o mundo. Também o Convento de las Dueñas, Palácio de Salina, Museu com exposição de 'la Plata de la Nao de China', a Plaza Mayor...
Todas as lembranças de Salamanca envolvem um sapo (ops, é uma rã) e uma caveira.
A fachada da Universidade tem várias figuras de objetos e pessoas, figuras de reis, de papa e, a mais importante, a famosa “rana”. Para o estudo dos ícones medievais, a rã é o símbolo da luxuria. O engraçado é que a 'rana', que está em cima de uma caveira, é bem pequena e você demora para encontrá-la no meio da fachada. Então ficam muitas pessoas na frente, procurando. Com certeza, tiveram muitas pessoas que foram até Salamanca e não encontraram a 'rana'. Mas a gente encontrou. Tá certo que foi com a ajuda de um simpático casal de velhinhos que nos levou até a fachada e chegando lá, logo nos mostraram aonde estava a rã.
A fachada da Universidade tem várias figuras de objetos e pessoas, figuras de reis, de papa e, a mais importante, a famosa “rana”. Para o estudo dos ícones medievais, a rã é o símbolo da luxuria. O engraçado é que a 'rana', que está em cima de uma caveira, é bem pequena e você demora para encontrá-la no meio da fachada. Então ficam muitas pessoas na frente, procurando. Com certeza, tiveram muitas pessoas que foram até Salamanca e não encontraram a 'rana'. Mas a gente encontrou. Tá certo que foi com a ajuda de um simpático casal de velhinhos que nos levou até a fachada e chegando lá, logo nos mostraram aonde estava a rã.
Depois de muito passear, nos demos o luxo de tomar um chocolate quente com churros, típico daqui. Nem preciso comentar que estava muito bom, principalmente num dia frio como aquele.
Já era hora de voltar. Voltamos para a estación de atobuses, pegamos um ônibus e retornamos para Valladolid.
Já era hora de voltar. Voltamos para a estación de atobuses, pegamos um ônibus e retornamos para Valladolid.
Chegamos e pegamos o mesmo ônibus que havia nos deixado na rodoviária de manhã, pois ele passaria em na Plaza da Universidad, próximo a nossa casa. O ônibus foi para um lugar muito distante, todas as pessoas foram descendo até que o motorista nos informou que estavámos no final do trecho. Putz! Aí precisamos pagar mais 1,10 euros para fazer o trecho de volta, e aí sim ele nos deixaria na Plaza. Mas estávamos enganadas, misteriosamente ele não passou pela praça (sendo que a tabela da parada confirmava que ele passava) e quando vimos que ele tomou um rumo diferente a Quel foi perguntar e, era só que faltava, ele disse que já tinha passado próximo a Plaza. MAS ELE TINHA Q TER PASSADO NA PRAÇA, NÃO PRÓXIMO! Bom, ai tivemos que descer e caminhar mais uns 10 minutos, com frio e uma enorme vontade de ir no banheiro, até chegarmos em casa! No final das contas, um trajeto que teríamos feito em 10 min, fizemos em uma hora e meia! Aprendemos que jamais se entra num ônibus, por mais que tudo indique que ele é o certo, sem perguntar uma, duas, três vezes ao motorista...
Resumidamente, foi isso! Beijos
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